O Amor em Si Mesmo: Além da Relação





 
Imagem autoral modificada por Photoshop/arquivo de 2010.

*META DESCRIÇÃO

Uma relação pode ser inspirada pelo amor, mas o amor não precisa de relação para existir. Entenda por que o amor é como a natureza: livre, simples e profundo."O Amor Não É Uma Relação". 


*PALAVRAS-CHAVE:*

amor verdadeiro, amor próprio, amor livre, relacionamento e amor, C.G. Jung amor, espiritualidade e amor


Uma relação pode ou não ser inspirada pelo AMOR.


Mas o AMOR não se apega a qualquer modo de relação. Ele não se justifica pela relação em si, para EXISTIR EM SI MESMO.


Pare e sinta a profundidade disso.


O Amor é um Fenômeno da Natureza.


O amor não é contrato. Não é carência disfarçada de afeto. Não é dependência.


Ele é semelhante a um fenômeno da natureza: *chover, fazer sol, florir.*


A chuva não pede permissão para cair. O sol não negocia para brilhar. A flor não se desculpa por abrir.


O amor simplesmente É.


Isto é muito simples. Mas como disse o sábio Dr. C.G. Jung: *"enxergar por dentro e alcançar a simplicidade é bastante complexo".*


Fomos ensinados a complicar o amor, a colocá-lo dentro de caixinhas: namoro, casamento, status, regras. Quando na verdade, ele está na linha vertical da vida.


A Linha Vertical do Amor: Altura e Profundidade


O amor não está na linha horizontal das aparências. Está na linha vertical.


Ele tem *ALTURA* e tem *PROFUNDIDADE.*


Ou você voa para entender sua imensidão... ou você mergulha para sentir sua raiz.


E os dois extremos ultrapassam os limites racionais. A mente não consegue explicar. Ela quer controlar, definir, possuir. Mas o amor não cabe na lógica.


Por isso, diante do amor verdadeiro, a melhor atitude às vezes é:


*Ficar em silêncio e rezar, orar ou meditar... como você mais se identifique com o seu coração. E então, apenas e simplesmente SENTIR!*


Como Viver o Amor em Si Mesmo?


*1. Diferencie relação de amor:* Uma relação é uma forma. O amor é a essência. A forma pode acabar, a essência permanece.


*2. Pratique o amor sem objeto:* Sinta amor caminhando na natureza, ouvindo música, contemplando o céu. Sem precisar que seja "por alguém".


*3. Saia da horizontal e entre na vertical:* Em vez de perguntar "o que o outro me dá?", pergunte "o quanto estou sendo amor neste momento?"


O amor que depende da relação para existir é apego. O amor que existe em si mesmo é liberdade. E só a liberdade floresce. A liberdade aqui referida é a liberdade de braços com a responsabilidade do cuidado e dos laços consistentes essenciais num relacionamento. Mas isso não é obrigação, é antes, um movimento espontâneo da alma. É bem difícil conviver sem esse nível de compreensão e de maturidade amorosa que vem com as estações de uma vida plenamente sentida.


*Você já sentiu um amor assim, que existia por si só, como o sol que nasce?


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